Advento: Tempo de Silêncio, de Espera e de Encontro com Deus

Advento: Tempo de Silêncio, de Espera e de Encontro com Deus

Um convite a viver o Advento com profundidade, silêncio e confiança filial, seguindo o olhar do Padre Kentenich e o exemplo de Maria.

A Igreja inicia hoje, dia 30 de novembro, um novo tempo litúrgico: o Tempo do Advento.
É um tempo de graça, no qual Deus se aproxima de nós e nos convida a despertar para a Sua presença.

Adventus significa vinda, e por isso recordamos:

  • Deus que veio até nós em Belém;
  • Deus que virá na plenitude dos tempos;
  • Deus que vem hoje, silenciosamente, através das pessoas, dos acontecimentos e das pequenas experiências diárias.

O Advento é, como dizia o Padre Kentenich, uma “escola de amor e de confiança filial”.
É um convite a abrandarmos o ritmo, recolhermo-nos por dentro e permitirmos que Deus molde o nosso coração.

O Padre Kentenich indica três atitudes muito concretas para vivermos bem este tempo:

  1. Transformar os exercícios simples de cada dia em escola de amor

    O Advento não pede grandes coisas, mas fidelidade às pequenas práticas.
    É no quotidiano — numa oração breve, num ato de bondade, numa renúncia silenciosa — que o nosso amor amadurece.
    Se amamos, tornamo-nos capazes de enfrentar as exigências do tempo presente.
     
  2. Reservar tempos exclusivos para Deus — ainda que pequenos

    O Padre Kentenich dizia que o mundo moderno nos dispersa e rouba a interioridade.
    Por isso é preciso criar, com engenho e simplicidade, momentos de silêncio: cinco ou dez minutos de recolhimento verdadeiro.
    Não importa o tamanho do tempo, mas a fidelidade do encontro.
    Dedicar, por exemplo, um momento fixo aos domingos ou durante a semana ajuda-nos a manter Deus no centro.
     
  3. Proteger a alma da “poluição do tempo”

    O Padre Kentenich comparava o mundo a uma fábrica cheia de fumo que impregna tudo o que toca.
    Assim também acontece com a alma: ruído, pressa, preocupação e estímulos constantes podem sufocar a voz de Deus.
    Por isso ele recomendava pequenos momentos de Santa solidão ao longo do dia: desligar o telemóvel antes de dormir, fazer uma pausa breve de silêncio, recuperar a paz interior.
    Sem estes pequenos retiros, as boas leituras e as belas homilias não nos transformam em profundidade.

Podemos ver estas três atitudes vividas de forma perfeita em Maria.
Com o seu Sim, começou o seu próprio Advento.
Ela abriu espaço para Deus, acolheu-O com confiança e tornou-se campo fértil onde Ele pôde nascer.
Maria ensina-nos a viver com simplicidade, fé e disponibilidade interior.

Neste tempo de Advento, somos chamados a deixar que Deus encontre caminho até ao nosso coração.
Caminhemos com Maria rumo ao Natal, para que o Menino Deus possa nascer em nós e, através de nós, tocar o mundo.

Que a nossa oração diária seja:
“Vinde, Senhor Jesus!”

2025-11-30

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